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	<title>bem-aventurança Archives - IBC | Campo Largo, PR</title>
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	<description>A Igreja Bom Caminho é uma Congregação de Adoradores de Jesus Cristo em Campo Largo, PR que anseiam por comunhão, graça e conhecimento de Jesus Cristo</description>
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		<title>Os que Choram, bem aventurados são!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bom Caminho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 17:05:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[bem-aventurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novamente devemos começar por dissipar a confusão do significado entre lamentar e chorar. A benção sobre esta Bem-aventurança, ‘aqueles que choram’, não implica que o cristão deve ser eternamente melancólico ou que deve estar sempre chorando. Jesus não está falando da pessoa que está naturalmente triste ou que anda um pouco abatida e murmura constantemente com  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Novamente devemos começar por dissipar a confusão do significado entre lamentar e chorar. A benção sobre esta Bem-aventurança, ‘aqueles que choram’, não implica que o cristão deve ser eternamente melancólico ou que deve estar sempre chorando. Jesus não está falando da pessoa que está naturalmente triste ou que anda um pouco abatida e murmura constantemente com suas palavras.</p>
<p>Este não é o tipo de pranto que é fruto da auto piedade, como quando as pessoas choram por causa da insatisfação com o seu trabalho, com a aparência ou com muitas outras coisas na vida. Este pranto não é o produto de uma perda, seja material ou relacional em sua natureza. Não é um pranto de opressão de um homem que chora amargamente porque não pôde satisfazer a sua lascívia ou de quando nós lamentamos a ausência de alguns bens terrenos que cobiçamos. Veja o que diz também em Mateus 6.16: <em>“E, quando jejuardes, não vos mostreis ‘contristados’ como os hipócritas; porque ‘desfiguram’ os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam.”</em></p>
<p>Cristo não está fazendo alusão também ao desespero. Judas Iscariotes reconheceu o seu pecado, mostrou-se arrependido, fez a confissão e até restituiu as poucas moedas, mas não chorou como Jesus tinha em mente. Há uma diferença entre o desespero e a tristeza espiritual. O primeiro não olha para Cristo, mas para si mesmo. O segundo não tem olhos senão para a misericórdia e o perdão oferecidos por Jesus.</p>
<p>Também não é o tipo de pranto que lamenta as consequências mais do que o crime, a pena mais do que o pecado. Vejamos o que Jesus tinha em mente ao dizer: <em>“Bem aventurados, os que choram”.</em></p>
<p>Esta é a contrapartida espiritual da pobreza de espírito. Uma coisa é ser espiritualmente pobre e reconhecer, outra é lamentar e chorar por causa disso. Confissão é uma coisa, contrição é outra. Temos que fazer mais do que reconhecer a nossa falência espiritual, temos que agonizar sobre o pecado. Temos que prantear por conta das nossas constantes fraquezas. Este não é o pranto de tristeza, mas de arrependimento. É o sofrimento sobre o pecado pessoal. <em>“Então disse eu: Ai de mim, que vou perecendo! Porque eu sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios. E os meus olhos viram o rei, o Senhor dos Exércitos!” </em>(Isaías 6.5). <em>“Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?” </em>Romanos 7.24. É a tristeza pelos pecados particulares e secretos (aqueles que só você e Deus sabem que existem), não simplesmente pelos pecados geralmente visíveis. Quando um homem está doente, ele não diz ao médico: “Eu não me sinto bem” e deixa por isso mesmo, ele aponta para a ferida e especifica a sua dor. Falando dos pecados geralmente visíveis, estes podem se tornar facilmente uma tampa para ocultar os pecados secretos.</p>
<p>Este é o tipo de pranto espiritual que nos santifica. Nossas lágrimas não afogam os nossos pecados. Não podemos apenas lamentar, chorar, mas nos arrepender com sinceridade de coração. Veja o que está escrito em Joel 2.12-13: <em>“Ainda assim, agora mesmo diz o Senhor: Convertei-vos </em><em>a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com ‘choro’, e com ‘pranto’. E rasgai o vosso coração, e não os vossos vestidos, e convertei-vos ao Senhor vosso Deus; porque ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-se, e grande em beneficência, e se arrepende do mal.”</em></p>
<p><em>“O que adianta ter um olho aguado e um coração corrompido? Não basta chorar com os olhos, mas chorar com o coração.”</em></p>
<p>Esta também é a tristeza pelos pecados alheios. A maioria das pessoas está habituada apenas em condenar as pessoas. Estamos preparados para andar com Jesus e repetir seus pronunciamentos de advertências, mas recuamos quando deveríamos nos ajuntar a ele em seu pranto pelo povo (Mateus 23). Leia Marcos 3.5, Filipenses 3.18, Salmo 119.136 e Daniel 9. Não lamentamos sobre a perda da verdade, da integridade e decência em nossa sociedade? Também em nossas igrejas?</p>
<p>Tiago escreve: <em>“Senti as vossas misérias, e lamentai e chorai: converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo em tristeza. Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.” </em>(Tiago 4.9-10). Esta Bem-aventurança não é um repúdio a alegria, muito menos um incentivo a procura de tristeza permanente. O contexto de Tiago 4 indica que ele está tratando com as pessoas que se tinham tornado irreverente, casual e indiferente ao pecado por causa de seu caso de amor com o mundo. Este, então, é um convite para o arrependimento sóbrio.</p>
<p>Em resumo, ficamos tristes, mas não nos tornamos rabugentos, por vezes ficamos sérios, mas não carrancudos, sóbrios, porém não frios ou proibitivos.</p>
<p>A recompensa: <em>“eles serão consolados.</em>” Essas pessoas trocarão o saco de tristeza por uma veste de louvor, as cinzas de tristeza pelo óleo da alegria. A chave para esta experiência é a prática do perdão. <em>“Dou graças a Deus através de Jesus Cristo, nosso Senhor!” </em>(Romanos 7.25 <em>parte a</em>). <em>“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados de Deus. Porque, como as aflições de Cristo abundam em nós, assim também a nossa consolação abunda por meio de Cristo” </em>(2 Coríntios. 1.3-5). O cumprimento final desta promessa é encontrado em Apocalipse 21.4: <em>“E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas.”</em></p>
<p>Por Moisés Carneiro</p>
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		<title>Os Pobres de espírito, Bem Aventurados</title>
		<link>https://bomcaminho.org/devocional/os-pobres-de-espirito-bem-aventurados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Bom Caminho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 14:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Devocional]]></category>
		<category><![CDATA[bem aventurado]]></category>
		<category><![CDATA[bem-aventurança]]></category>
		<category><![CDATA[humildade]]></category>
		<category><![CDATA[humildes]]></category>
		<category><![CDATA[reino dos céus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que essa Bem-aventurança não significa Jesus disse que os “pobres de espírito” são abençoados, porém, não significa que por ser pobre materialmente alguém possa ser feliz, como se a pobreza material fosse em si uma virtude. Se assim fosse, então toda ação social com intuito de ajudar quaisquer famintos e miseráveis, a fim de  [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que essa Bem-aventurança não significa</strong></p>
<p>Jesus disse que os “pobres de espírito” são abençoados, porém, não significa que por ser pobre materialmente alguém possa ser feliz, como se a pobreza material fosse em si uma virtude.</p>
<p>Se assim fosse, então toda ação social com intuito de ajudar quaisquer famintos e miseráveis, a fim de tentar aliviar seus encargos, seria uma atitude incoerente e anticristã. Isso significaria afastá-los daquilo que lhes traz para mais perto de Deus e da Sua felicidade. Se fosse esse o significado, não seria correta a tentativa de aliviar aqueles que passam fome em países devastados pela guerra. Não seria justo alojar os refugiados que ficaram desabrigados pelas calamidades naturais. Não poderia haver programas sociais dentro das nossas igrejas. Não poderia haver orfanatos, hospitais ou missões urbanas. Nenhuma destas coisas seria correta se este verso ensinasse que a Bem-aventurança espiritual é o resultado da pobreza material.</p>
<p>Apesar disto, não devemos perder de vista o fato de que há, de modo geral, entre os desfavorecidos economicamente um profundo e mais intenso desejo de Deus e humilde confiança nele. Aqueles que sofrem de perturbações sociais não têm ninguém em quem possam colocar a sua confiança a não ser no Senhor. Jesus não chamou bem-aventurados os pobres de espírito no sentido de que aqueles que experimentam a falta de coragem, vitalidade e entusiasmo são mais agradáveis a Deus do que outros. Não é esta uma aprovação à depressão, à preguiça ou à falta de entusiasmo.</p>
<p>Jesus não está dizendo que o introvertido, de personalidade passiva é mais espiritual do que o tipo extrovertido e agressivo. Nem está Jesus dizendo que a pessoa com baixa autoestima ou baixa autoimagem é mais espiritual do que qualquer outra pessoa.</p>
<p><strong>O que significa essa Bem-aventurança </strong></p>
<p>Sabemos que Jesus não estava preocupado aqui com a pobreza financeira e que ele não estava recorrendo à analogia da miséria material para lançar em mente sua mensagem. Há duas palavras gregas, normalmente usadas para se referir aos pobres: (1) penichros, usada em Lucas 21 para a viúva que teve apenas duas pequenas moedas de cobre (ela era pobre, mas pelo menos tinha alguma coisa) e (2) ptochos, a palavra usada aqui, significa totalmente desamparado, sem meios de sobrevivência, completamente dependente de alguém para seu sustento.</p>
<p>No Antigo Testamento, os pobres financeiramente e miseráveis eram impotentes e dependentes. Sendo materialmente desfavorecidos eram frequentemente explorados pelos ricos e poderosos. Isso exigiu que confiassem unicamente em Deus a necessidade de proteção e sustento. Mas aqui, no entanto, Jesus se refere ao espírito e não ao bolso, que é pobre.</p>
<p>Em outras palavras, tal como aquele que está sem dinheiro é totalmente dependente de Deus para o sustento físico, assim também aquele que é sem mérito é totalmente dependente de Deus para o sustento espiritual. Jesus estava afirmando que é abençoada a pessoa que diz: “Eu não tenho um centavo de mérito, nenhuma justiça com a qual eu poderia comprar a admissão no reino de Deus.” Ou: “Eu sou tão pobre que não tenho capacidade de pagar nenhum centavo pela ‘Graça’ de Deus”. Pobreza de espírito, então, é o reconhecimento da falência espiritual, a confissão consciente de absoluta miséria espiritual diante de Deus.</p>
<p>O pobre de espírito é a pessoa que sente profundamente em seu coração que ele é miserável e se aproxima de Deus sem nenhum mérito. Esta é a pessoa que o banco da justiça de Deus oferece salvação através da sua graça.</p>
<p>“Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado, um coração quebrantado e contrito, não desprezarás, ó Deus” (Salmo 51.17).</p>
<p>“Assim diz o Senhor: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem se glorie o forte na sua força; não se glorie o rico nas suas riquezas. Mas o que se gloriar glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o Senhor, que faço beneficência, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor” (Jeremias 9.23-24).</p>
<p>O caminho para ascensão no reino dos céus está em mergulhar em nossa condição de pobreza espiritual, confessando nossa miséria e pecados à espera, com humildade, da misericórdia de Deus. Porque esta é a primeira Bem-aventurança? Porque a falência de espírito é o fundamento de todas as outras virtudes. É só quando nós reconhecemos que somos vazios que então Deus pode nos encher com a sua justiça. Alguém afirmou: “nós não somos capazes de receber graça. Aquele que está inchado, com um parecer da autossuficiência não é apto para Cristo. Ele já está cheio. Se a sua mão está cheia de pedras, não pode receber o ouro. O copo é primeiro esvaziado antes de receber o vinho. Deus em primeiro lugar esvazia o homem de si mesmo, antes de derramar o vinho precioso da sua graça”.</p>
<p>Além disso, enquanto não formos pobres de espírito, Cristo nunca será precioso para nós. Pobreza de espírito é o sal e o tempero, o molho que faz Cristo saborear doçuras para a alma. Quando um homem se vê quase ferido de morte, como será precioso o bálsamo do sangue de Cristo sobre ele! “Como dizes: ‘Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta’, e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu, aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças, e vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez; e que unjas os olhos com colírio, para que vejas”. (Apocalipse 3.17-18). Veja o que diz Filipenses 3.3-8:</p>
<p>“Porque a circuncisão somos nós, que servimos a Deus em espírito, e nos gloriamos em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. Ainda que também pudesse confiar na carne; se algum outro cuida que pode confiar na carne, ainda mais eu: Circuncidado ao oitavo dia, da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; segundo a lei, fui fariseu; segundo o zelo, perseguidor da igreja, segundo a justiça que há na lei, irrepreensível. Mas o que para mim era ganho, reputei-o perda por Cristo. E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo.”</p>
<p>Quanto à recompensa, “deles é o reino dos céus”. Note que Jesus usa o tempo presente “é” e não o tempo futuro “será”. Isso porque Jesus estava presente e o seu reino já havia se manifestado diante deles, apesar das aparências contraditórias. Apesar disso, ainda assim, existe uma consumação escatológica para a experiência de todo o reino voltada para os filhos de Deus.</p>
<p><em>Autor</em> ~ Moisés Carneiro ~</p>
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